Reativação na chegada de estrangeiros na Colômbia foi de 81%

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Reativação na chegada de estrangeiros na Colômbia foi de 81%
Source: Twitter @BOG_ELDORADO
23 de junho de 2022

Entre janeiro e maio de 2022, 1,25 milhão de visitantes estrangeiros chegaram ao país, o que se traduz em uma reativação de 76%, em relação ao mesmo período de 2019


O turismo não está relacionado apenas ao lazer e lazer, mas também a reuniões e negócios, de fato, um quarto dos viajantes do mundo, segundo a Escola de Gestão de Turismo, Ostelea, viajam para diferentes destinos para realizar atividades de trabalho. É o chamado Turismo MICE (reuniões, incentivos, conferências e exposições), um segmento dinâmico da indústria de viagens, que nos últimos anos ganhou força em nosso país. 

De acordo com a Associação Internacional de Congressos e Convenções, em todo o mundo, em 2019 a Colômbia ficou em 29º lugar na realização deste tipo de eventos, com um número anual de 154, sendo as cidades com maior número Bogotá, com 53; Cartagena, com 42; e Medellín, com 34, gerando divisas de mais de US$ 74,5 milhões e um gasto médio de cada visitante foi de US$ 422. 

De fato, segundo a ANATO, com base nos dados da Migración Colombia, entre janeiro e maio de 2022, a reativação na chegada de estrangeiros por motivos de turismo, eventos e negócios, foi de 81%, destacando o segmento de turismo com uma reativação de 87 %, seguido por eventos e negócios com recuperação de 44%, em relação a 2019.

Desta forma, entre janeiro e maio de 2022, chegaram ao país 1,25 milhões de visitantes estrangeiros, o que se traduz numa reativação de 76%, face aos 1,65 milhões reportados no mesmo período de 2019. No caso de maio, 260 mil estrangeiros entrada de visitantes, ou seja, uma reativação de 78%, ante os 330 mil no mesmo mês de 2019.

“O segmento de eventos e negócios levou nosso país a se consolidar como referência mundial, proporcionou oportunidades de emprego, um impacto e melhoria na competitividade internacional e hoje vemos que, após a pandemia, sua recuperação foi mais lenta”, explicou Paula Cortés Calle, presidente executiva da ANATO. 

E acrescentou: “devemos continuar apostando no MICE, segmento que, com seu ajuste sazonal, permite o desenvolvimento ao longo do ano, independentemente da época ou estação; abrir as portas para um viajante com alto poder aquisitivo e maior capacidade de gasto; gerar mais emprego nos diferentes destinos nacionais; e fazer com que este tipo de viagem prolongue o tempo de permanência dos viajantes”.

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