Índice de Competitividade do Transporte Aéreo na América Latina e Caribe 2022

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Índice de Competitividade do Transporte Aéreo na América Latina e Caribe 2022
Source: ALTA
24 de novembro de 2022

Amadeus e ALTA descobriram que México, Brasil e Panamá são os países mais competitivos


O número de passageiros transportados por via aérea caiu mais de 90% entre março e abril de 2020 na região e é justo dizer que poucos setores da economia foram igualmente afetados pela pandemia. 
 
Agora que o mundo começa a se reconfigurar, é preciso ter as ferramentas para cimentar esse caminho, por isso a Amadeus e a Associação Latino-Americana e Caribenha de Transporte Aéreo (ALTA) apresentam o Índice de Competitividade do Transporte Aéreo na América Latina e Caribe 2022, que, em sua segunda edição, estuda a competitividade da região e quais ações podem ser tomadas para gerar condições mais atrativas para atrair investimentos, bem como facilitar a chegada do turismo à região do mundo com melhores índices de recuperação de pré -passageiros pandêmicos.  
 
Dados de inteligência da Amadeus, por meio da ferramenta Amadeus Demand360®, indicam que, em setembro de 2022, foi atingido 101% do fluxo de passageiros de 2019, superando a América do Norte (96%). Enquanto alguns países da região já superaram seus níveis de 2019, como o México (14% acima dos níveis de 2019 em passageiros internacionais), a República Dominicana (24%) e a Colômbia (13%). Uma parte importante da recuperação desses países, e da região em geral, foi o conjunto de elementos como custos, requisitos, preços e acessibilidade que, misturados, os catapultaram para a preferência dos usuários. 
 
Entre as conclusões do índice de competitividade, os três países mais competitivos foram México, Brasil e Panamá. O México se destaca por seu alto nível de conectividade e sua política de transporte aéreo, bem como pelos mercados aos quais um cidadão mexicano pode acessar sem a necessidade de visto. Por outro lado, o Brasil é muito competitivo devido à baixa taxa de tarifas aeroportuárias. Da mesma forma, possui uma das autoridades de aviação civil mais bem avaliadas pela OCDE. E o Panamá tem uma alta conectividade que considera rotas internacionais, número de companhias aéreas e número de frequências. Além disso, este país possui projetos SAF e sua autoridade aeronáutica é a terceira melhor da região segundo a OCDE. 
 
Além de dar essa visão panorâmica, um dos propósitos do Índice de Competitividade do Transporte Aéreo na América Latina e no Caribe 2022 é que os atores desse setor possam trabalhar de forma colaborativa para implementar as medidas mais competitivas para que o setor seja financeiramente sustentável. , então que mais pessoas possam utilizar o transporte aéreo e para que os países da região se beneficiem da renda e empregos gerados direta, indiretamente e induzidos pelo setor. Para alcançar o que foi dito acima, a competitividade no transporte aéreo é vital.  
 
Por isso, os fatores analisados ​​no Índice são aqueles que se considera terem um peso e impacto imediatos na operação das companhias aéreas e no bem-estar da indústria em geral. Esses elementos são impostos sobre o preço do bilhete, conectividade, potencial de mercado, preço do combustível, fluxo de passageiros, acessibilidade por meio de vistos, bem como qualidade e custos do aeroporto, entre outros. Alguns dos dados relevantes fornecidos por este estudo referem-se aos países que se recuperaram mais rapidamente após a pandemia; Por exemplo, e de acordo com este índice, o México é o país com políticas que mais promoveram a aviação após o impacto do COVID-19, seguido pela Costa Rica e El Salvador. 
 
Outro indicador importante para impulsionar a recuperação são os custos aeroportuários. Nessa categoria, o aeroporto de menor custo para passageiros é Kingston, na Jamaica, que cobra cinco dólares. Este terminal é seguido pelo Brasil, com vários aeroportos cuja tarifa média é de 11,6 dólares. Passando da faixa dos 20 dólares está Santiago do Chile, que tem tarifa de 25 dólares e o principal aeroporto do Peru, Lima com 28,6 dólares.  
 
O custo da passagem também representa um componente vital, já que é uma importante “porta de entrada nos países”. Isso pode ser impactado por vários impostos e acréscimos, que aumentam seu valor.Neste sentido, o índice destaca a Colômbia, que atualmente tem um imposto sobre vendas que foi temporariamente reduzido de 19% para 5% como medida para promover o turismo durante a pandemia. A partir de 2023, esse imposto voltará aos patamares de 19%. O estudo mostra que eliminar as tarifas não relacionadas à aviação contribui para um país mais competitivo, trazendo os benefícios econômicos e sociais que a aviação gera para as pessoas e para o desenvolvimento dos países. 
O Índice de Competitividade do Transporte Aéreo na América Latina e Caribe 2022 é um termômetro dos países da região e um espaço para buscar oportunidades de melhoria para que a aviação da América Latina e Caribe continue em seu caminho de crescimento tão almejado A ALTA e a Amadeus estão convencidas da importância que este setor representa para o desenvolvimento económico e social desta região.
O índice completo está disponível aqui: https://cdn-alta-content.s3.sa-east-1.amazonaws.com/documents/indice-amadeus-2022.pdf

 

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