Estudo de Harvard confirma que os voos são tão ou mais seguros do que outras atividades

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Estudo de Harvard confirma que os voos são tão ou mais seguros do que outras atividades
26 de novembro de 2020

Estudos realizados por acadêmicos também concluíram que o uso de máscaras em combinação com protocolos rígidos oferece proteção significativa


Pesquisadores da Escola de Saúde Pública TH Chan da Universidade de Harvard nos Estados Unidos confirmaram que as estratégias de mitigação de risco que foram implementadas por companhias aéreas e aeroportos reduzem efetivamente o risco de transmissão de COVID-19 em uma aeronave para níveis muito baixos, garantindo que as viagens aéreas hoje sejam tão seguras ou até mais seguras do que outras atividades de rotina (por exemplo, ir ao supermercado). 

Estudos realizados por acadêmicos, que cobriram a jornada do passageiro "do portão ao destino", também concluíram que o uso de máscaras por passageiros e tripulantes, em combinação com rígidos protocolos de limpeza as companhias aéreas e os sistemas avançados de ventilação e filtragem de aeronaves (Filtros HEPA) oferecem "proteção significativa contra COVID-19 durante viagens aéreas." 

Estas investigações fazem parte da colaboração incansável dos principais actores desta indústria - fabricantes, companhias aéreas, aeroportos e empresas associadas - para encontrar a fórmula que garanta uma viagem sem riscos de qualquer espécie e que evite a transmissão de qualquer doença no interior. a cabine, no contexto da pior crise que a indústria da aviação mundial viveu em função da pandemia e que obrigou as diferentes empresas que a desenvolvem a reduzir suas atividades a praticamente um mínimo durante meses.

Assim, conclui-se que a estratégia mais eficaz não é incorporar uma solução única, mas sim a combinação e aplicação de várias medidas de proteção contra contágio, ao mesmo tempo que se corroboram os resultados dos estudos de simulação do fluxo de ar na sala. cabine realizada pela Airbus, bem como as apresentadas por outros fabricantes, pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos (TRANSCOM) e pela comunidade científica em geral, determinando que "este nível de ventilação na cabine efetivamente contrabalança a proximidade com o a que os viajantes estão sujeitos durante os voos. " Ou seja, não haveria necessidade de deixar um assento livre entre os passageiros, o que vem desmentir uma suposição comum, mas infundada.

Para organizações como a International Air Transport Association (IATA), essas conclusões reiteram o que já haviam sido anunciado, na medida em que “os dados nos dizem que o risco de transmissão do vírus a bordo é baixo se comparado a outros ambientes internos públicos”. Já para o diretor do projeto Keep Trust In Air Travel da Airbus, Bruno Fargeon, é reafirmada a convicção de que, “hoje, para uma viagem ser totalmente segura é necessário que todos os atores envolvidos no processo tomem conhecimento medidas ou etapas preventivas; seja a companhia aérea, pilotos e tripulantes, aos membros da comunidade aeroportuária e aos próprios passageiros, medidas que vão desde o uso de máscaras e lavagem das mãos,

Como o transporte aéreo se adaptou ao COVID-19?

As barreiras de proteção contra a transmissão do vírus em aviões incluem:

● Sistemas de ventilação a bordo de aeronaves que circulam continuamente e resfriam o suprimento de ar (Filtros HEPA).

● Uso universal de máscaras faciais por passageiros, tripulantes e funcionários do aeroporto. 

● Protocolos de distanciamento durante o embarque e desembarque.

● Desinfecção de superfície de aeronaves de alto toque para remover contaminação.

 

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