Segundo a Europ Assistance, ninguém deve viajar sem assistência e conhecer sua cobertura

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Segundo a Europ Assistance, ninguém deve viajar sem assistência e conhecer sua cobertura
Fernando Perez, Europ Assistance
Qua 24 de junho de 2020

Isto é afirmado por Fernando Perez, diretor de viagens da empresa

 


Em um contexto em que a crise da saúde colocou o seguro de viajante no centro do cenário, é vital poder conhecer em primeira mão a situação atual e a visão das empresas desse segmento. Por esse motivo, entrevistamos Fernando Perez, diretor de viagens da Europ Assistance. Compartilhamos suas respostas abaixo:

Como a crise do Covid-19 afetou a operação da empresa?
No início da pandemia, envolvia repatriar clientes e atender a muitas situações particulares, aconselhando constantemente nossos clientes, tanto nas opções de retorno a suas casas quanto em casos médicos que representavam incerteza e que felizmente poderiam ser resolvidos da melhor maneira. Por outro lado, fornecemos extensões aos nossos clientes que tiveram dificuldade em retornar e permitimos que eles comprassem cobertura daqueles que estavam no exterior sem assistência e, portanto, expostos aos riscos envolvidos.

Que decisões eles tomaram para operar daqui em diante?
Atualmente, estamos oferecendo a possibilidade de reprogramar a validade da cobertura sem nenhum custo, a fim de garantir segurança na compra. Também temos um produto de cancelamento de viagem que permite recuperar despesas de cancelamento em caso de causas imprevistas, como perda de trabalho ou fechamento da agência de viagens em que o serviço foi adquirido, entre outras causas. Ao mesmo tempo, estamos finalizando os detalhes de novos produtos com cobertura específica antes da covid-19.

Como você imagina o "novo normal"?
A assistência em viagens sempre foi um serviço fundamental na viagem, mas esse contexto aumenta sua visibilidade e no mercado a necessidade de clientes que buscam entender em profundidade o escopo, a cobertura e os processos que, anteriormente, em outras contexto não estavam tão envolvidos.
A melhor opção, penso eu, seria com protocolos tão unificados quanto possível pelos diferentes países, fornecedores de turismo e meios de transporte.
Imagino a nova normalidade com passaportes sanitários ou requisitos mais rígidos por parte dos países em medidas de saúde, meios de transporte adaptados a melhor saneamento e ventilação, centros urbanos mais desconcentrados e, é claro, ninguém viajando sem assistência ao viajante e conhecendo em detalhes sua cobertura.

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