Quais são os objetivos da Windstar Cruises ao participar deste evento?
Estamos participando com toda a equipe porque é uma oportunidade fundamental para mostrar a evolução da empresa. A Windstar tem uma história de 40 anos como pioneira no segmento de navios de pequeno porte e, hoje, somos uma empresa com oito embarcações, incluindo iates recém-adicionados.
Entre eles está o Star Seeker, que iniciou sua temporada inaugural no Alasca e depois operará no Japão e no Sudeste Asiático, destinos muito procurados por nossos hóspedes. Também apresentamos o Star Explorer, que fará parte de uma nova oferta que combina experiências fluviais e marítimas.
O que essa nova oferta "do rio ao oceano" envolve?
É um conceito inovador que combina a experiência de cruzeiros fluviais com a navegação oceânica. O Star Explorer operará durante todo o ano na Europa, incluindo o Mediterrâneo, o Mar do Norte e o Mar Báltico, com a característica única de poder acessar determinados rios.
Isso amplia as possibilidades para os viajantes que já estão familiarizados com os grandes rios europeus, como o Danúbio ou o Reno, e que buscam novas maneiras de explorar destinos com o mesmo nível de intimidade e proximidade.
Como a Windstar se diferencia das principais companhias de cruzeiro?
Nossos navios são iates, não navios de cruzeiro tradicionais. Isso proporciona uma experiência completamente diferente, com capacidade máxima para 350 passageiros e serviço altamente personalizado.
Além disso, temos acesso a destinos inacessíveis a navios maiores. Isso proporciona uma experiência mais autêntica e menos lotada, tanto a bordo quanto em terra. O embarque e o desembarque são rápidos e fáceis, e a relação entre a tripulação e os hóspedes é muito mais próxima.
Quais tendências você observa nas preferências dos viajantes?
O viajante de hoje busca qualidade em todos os aspectos, especialmente na gastronomia. Há uma valorização crescente de produtos frescos, culinária local e experiências gastronômicas autênticas.
Nesse sentido, somos a companhia de cruzeiros oficial da Fundação James Beard, o que nos permite trabalhar com chefs de renome internacional para desenvolver propostas gastronômicas a bordo.
Observamos também que os viajantes buscam experiências mais imersivas e menos turísticas, com mais tempo no destino para explorar de forma independente e se conectar com a cultura local.
Quais são os desenvolvimentos recentes mais importantes na frota e nos itinerários?
Um dos anúncios mais importantes é o reforço da nossa presença na Polinésia Francesa. Após uma renovação completa, voltaremos a operar um veleiro no Taiti, complementando a atual operação do Star Breeze.
Isso permitirá roteiros mais abrangentes e a inclusão de destinos menos explorados, como as Ilhas Marquesas, oferecendo uma experiência mais completa na região.
Que valor único vocês pretendem oferecer aos seus hóspedes?
Nosso principal diferencial é a combinação de personalização, acesso a destinos exclusivos e uma experiência relaxante. Queremos que nossos hóspedes se sintam não como turistas, mas como viajantes que descobrem cada destino de forma autêntica.
O conceito de viajar em um iate permite maior flexibilidade, mais tempo nos portos e a possibilidade de vivenciar cada itinerário em profundidade, redefinindo a experiência tradicional de cruzeiro.