Quais são os objetivos das Bahamas nesta edição da WTM Latin America?
Estamos aqui para dar continuidade ao diálogo com nossos parceiros, construir novos relacionamentos e posicionar as Bahamas como um destino viável para viajantes da América Latina. O foco é aumentar a visibilidade e impulsionar as pernoites.
O que há de novo?
Uma das melhorias mais significativas é a conectividade aérea. Atualmente, contamos com seis voos da Copa Airlines e, entre junho e julho, o serviço passará a ser diário, facilitando o acesso direto da América Latina. Além disso, há novos empreendimentos hoteleiros e uma estratégia mais abrangente que destaca não apenas Nassau, mas também outras ilhas do arquipélago.
O que torna as Bahamas um destino único?
Somos um destino com grande diversidade geográfica e de experiências. Temos mais de 700 ilhas e 1.000 ilhotas, das quais promovemos 16. Oferecemos opções para diferentes tipos de viajantes: viagens românticas, reuniões e incentivos, aventuras leves, vela, pesca e mergulho. É uma oferta muito mais ampla do que muitos viajantes imaginam.
Quais destinos específicos vocês estão promovendo?
Além de Nassau e Paradise Island, estamos promovendo ilhas como Abaco, Eleuthera, Exuma, Harbour Island, Andros, Bimini, as Ilhas Berry, Cat Island, San Salvador, Long Island, Ragged Island, Acklins e Crooked Island, entre outras. A ideia é mostrar a diversidade do destino além de suas atrações mais tradicionais.
Como é a conectividade com a América Latina?
A conectividade é excelente. Através da Copa Airlines, os viajantes podem fazer conexão via Panamá e chegar ao seu destino em poucas horas. Há também diversas opções via Estados Unidos com companhias aéreas como a American Airlines e a JetBlue, além da companhia aérea nacional, Bahamasair. Uma vez no destino, é fácil viajar entre as ilhas.
Um cruzeiro é uma boa maneira de explorar as Bahamas?
É uma ótima forma de ter um primeiro vislumbre, mas não oferece a experiência completa. Recomendamos estadias mais longas para aproveitar verdadeiramente o destino: sua cultura, sua gastronomia, suas praias menos lotadas e atividades como golfe ou mergulho.
Quais são os principais mercados emissores na América Latina?
Os mercados prioritários são Brasil, México, Argentina e Colômbia, onde estamos concentrando nossos esforços promocionais.
E globalmente?
O principal mercado continua sendo os Estados Unidos, dada a sua proximidade geográfica, especialmente com a Flórida. Também temos um tráfego significativo do Canadá e da Europa, particularmente do Reino Unido, com conexões diretas e via hubs nos Estados Unidos.
Quais são os próximos passos na estratégia regional?
Continuaremos trabalhando em estreita colaboração com operadores turísticos e companhias aéreas, mas sobretudo com o setor de viagens. A chave é fortalecer o relacionamento com aqueles que comercializam o destino, capacitá-los e ajudá-los a compreender melhor o que as Bahamas têm a oferecer, a fim de impulsionar sua promoção.