A Fundação Eco-Bay, braço ambiental de Piñero, reforça a posição do México como líder em conservação marinha após sua participação de destaque no Congresso Internacional da Rede de Conservação de Tartarugas Marinhas do Caribe (WIDECAST), realizado na República Dominicana.
Neste encontro que reuniu mais de 100 especialistas da região, a equipe da Fundação Eco-Bay México desempenhou um papel ativo na troca científica, apresentando resultados, metodologias e lições aprendidas em Quintana Roo, um dos principais destinos para a proteção de espécies marinhas no Caribe.
A participação mexicana trouxe à tona questões prioritárias como o monitoramento de ninhos, a educação ambiental comunitária e a gestão sustentável dos ecossistemas costeiros, consolidando a Riviera Maya como um laboratório vivo de turismo regenerativo e conservação.
Ao longo de 2025, a Fundação Eco-Bay protegeu mais de 152.000 filhotes de tartarugas marinhas — incluindo espécies como a tartaruga-verde, a tartaruga-cabeçuda, a tartaruga-de-pente e a tartaruga-de-couro — como resultado de mais de 25 anos de trabalho contínuo no México.
“A conservação das tartarugas marinhas no México não é apenas uma responsabilidade ambiental, mas também uma oportunidade de demonstrar que o turismo e a biodiversidade podem coexistir de forma sustentável. A partir de Quintana Roo, estamos contribuindo ativamente para o conhecimento científico e para a proteção de espécies-chave para o equilíbrio de nossos ecossistemas”, enfatizou Luis Verdín.
Além da troca de conhecimentos técnicos, o congresso incluiu treinamento em ferramentas tecnológicas como o EarthRanger, uma plataforma que permite o monitoramento em tempo real da atividade da vida selvagem, a detecção de ameaças e a otimização da tomada de decisões para a proteção de espécies, fortalecendo as capacidades operacionais de organizações em toda a região.
A presença da equipe mexicana neste fórum internacional reforça a relevância de Quintana Roo na agenda ambiental do Caribe, destacando o papel das alianças entre o setor privado, a comunidade científica e as autoridades para ampliar as soluções de conservação.
Fonte: Fundação Eco-Bay