Há alguns anos, planejar férias significava reservar com meses de antecedência, pegar voos longos e ficar fora da cidade por vários dias. Hoje, a dinâmica é diferente, porque a Páscoa não é mais a grande viagem do ano, mas se tornou uma breve pausa na rotina.
Ainda assim, a dimensão do movimento continua enorme. O Ministério do Turismo prevê que mais de 14,7 milhões de pessoas viajarão por todo o país durante o período de férias, principalmente em rotas nacionais e por via terrestre. No entanto, o que mudou não foi o número de viajantes, mas a forma como viajam.
Segundo a IATI Seguros, famílias, casais e grupos de amigos ainda viajam, embora agora prefiram cidades próximas, natureza, praias a algumas horas de distância ou escapadelas de três ou quatro dias dentro do mesmo estado. A seguradora de viagens indica que essa decisão decorre de uma razão prática: viajar perto de casa permite controlar o orçamento, simplificar a logística e tomar decisões no local, transformando a viagem de um projeto complexo em uma extensão de um fim de semana prolongado.
Essa proximidade também altera a percepção de risco. Sem cruzar fronteiras ou fazer voos longos, muitos viajantes presumem que não precisam de preparativos adicionais, embora esse tipo de viagem introduza outras circunstâncias imprevistas. Viagens de carro, caminhadas, atividades ao ar livre e esportes aquáticos aumentam a probabilidade de pequenos incidentes, desde atrasos e extravio de bagagem até consultas médicas inesperadas que podem ocorrer a poucas horas de casa.
Por essa razão, um hábito diferente está começando a surgir no planejamento de viagens. O seguro, em vez de ser associado apenas a viagens internacionais, também está começando a ser integrado a viagens curtas como uma decisão prática.
A IATI Seguros identificou precisamente essa mudança de comportamento. Alfonso Calzado, CEO da empresa, explica que os viajantes já não distinguem entre uma viagem "importante" e uma curta. "Hoje em dia, as pessoas viajam com mais frequência ao longo do ano, embora por períodos mais curtos. E quando a viagem é curta, a última coisa que querem é perder tempo resolvendo um problema médico ou administrativo. A assistência torna-se útil porque protege o tempo de viagem", salienta.
Essa perspectiva explica por que estão surgindo apólices de seguro pensadas não apenas para viagens internacionais, mas também para escapadas nacionais. O IATI Escapadas, da IATI Seguros, foi desenvolvido especificamente para viagens curtas dentro do país e inclui despesas médicas e de hospitalização de até US$ 10.000, esportes de aventura (de trilhas a mergulho), gestão de incidentes e suporte em caso de cancelamentos ou interrupções de itinerário.
A IATI Escapadas também oferece assistência médica 24 horas por dia, 7 dias por semana, com tecnologia de reconhecimento facial. Isso é extremamente atraente para viajantes, pois não precisam ir a um hospital para receber atendimento médico. Com apenas uma videochamada, um diagnóstico preliminar rápido é obtido graças à leitura inteligente da íris. O sistema analisa a condição do paciente com 95% de precisão e o conecta a um especialista sem que ele precise sair de casa. Por fim, ele recebe uma receita e um relatório médico completo.
O custo também é baixo em comparação com as despesas totais da viagem, tornando-se uma ferramenta extraordinária para dar continuidade ao projeto. Para uma viagem de três dias, o custo aproximado do IATI Escapadas é de 145 pesos mexicanos. Em uma viagem curta, o principal risco não é uma emergência grave, mas sim perder um dos poucos dias disponíveis tentando encontrar um hospital, fazer pagamentos antecipados ou concluir a documentação.
A cobertura, então, funciona mais como uma forma de economizar tempo do que como uma proteção extrema. "Antes, o seguro era contratado para viagens longas ou internacionais. Agora, ele é contratado para evitar que um fim de semana que você estava esperando há meses seja arruinado", menciona Calzado.
Essa mudança revela que viajar deixou de ser um mero planejamento e se tornou uma escolha consciente que combina relaxamento, flexibilidade e controle orçamentário. A prioridade não é mais a distância percorrida, mas a tranquilidade durante os poucos dias disponíveis, de modo que o planejamento gira menos em torno do destino e mais em torno da prevenção de imprevistos que possam atrapalhar a experiência.
Fonte: IATI Seguros